Mega Sena da Virada é de quase R$ 145 milhões

31/12/2009

Fonte: O Globo

O prêmio da Mega-Sena da Virada superou as expectativas e atingiu R$ 144,9 milhões, mais que o dobro do maior prêmio já pago pela Caixa Econcômica Federal (CEF), que foi de R$ 64,9 milhões, em 1999. O valor é 75% maior do que a previsão inicial, de R$ 85 milhões.

O rendimento do prêmio, se investido na caderneta de poupança, é de mais de R$ 750 mil por mês.

– Superamos todas as nossas previsões mais otimistas para esta Mega da Virada – afirmou o vice-presidente de Fundos de Governo e Loterias da Caixa, Moreira Franco, sobre o inédito prêmio.

As apostas encerraram às 14h desta quinta-feira. Cerca de 70 milhões de pessoas registraram bilhetes com uma média de três apostas por cartão.

– Desejamos uma boa sorte para cada um dos apostadores e um feliz 2010 para todos, mas especialmente ao novo, ou novos milionários do Brasil – completou Moreira Franco, que já garante uma nova edição da Mega da Virada para o próximo ano.

Segundo a Caixa, com os R$ 144,9 milhões previstos para o prêmio, seria possível comprar uma frota de 5,8 mil carros populares, 29 mil motos de 125 cc. Aplicado em imóveis, o prêmio permitiria comprar todo um condomínio de padrão médio, de sete edifícios, cada um com 20 andares e 6 apartamentos por andar. Aplicado em poupança, o rendimento mensal dos quase R$ 145 milhões passaria dos R$ 725 mil por mês.

O sorteio da Mega da Virada será realizado logo mais, a partir das 20h, na Estação da Luz, em São Paulo, com transmissão pelas principais redes abertas de televisão.O apresentador do sorteio será o ator Luigi Baricelli.

Minha opinião

Esta ação da Caixa Econômica Federal não esta me cheirando bem, como em outros sorteios que já foram realizados da Mega Sena.

Em nosso país é proibido o jogo do Bicho, Bingos e Cassino e a Caixa realiza estes sorteios entre outros.

Qual o critério adotado pelo nosso governo, para ele pode e para os outros não.

A idéia foi um tiro certeiro ultrapassando todas as expectativas, tem muito dim dim em jogo e já estão de olho na Mega Sena da Virada de 2010.

Quem pode monitorar a quantidade de apostas, isso cabe uma CPI vocês concordam?

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Audi S3: carrossel sobre rodas

31/12/2009

MOTOR TURBO COM INJEÇÃO DIRETA, CÂMBIO DSG E TRAÇÃO INTEGRAL FAZEM DO HATCH UMA EXPERIÊNCIA DIVERTIDA DE DIRIGIR

Fonte: Fast Driver

Nos tempos em que dominou a cena entre as marcas premium no Brasil, a Audi tinha um trunfo inigualável, o A3 nacional. Mais avançado automóvel fabricado no país, o hatch médio virou referência em esportividade, mas era uma versão importada que dava as cartas em termos de desempenho, o S3.

Tração integral Quattro, câmbio de seis marchas e motor turbo de 210 cv contra 180 cv da versão normal. A sensação de dirigi-lo era inesquecível para quem ainda estava acostumado com os raquíticos modelos do final da década de 1990. Mas a chegada da 2ª geração do A3 trouxe o fim da produção no Brasil e o adeus ao esportivo.

Muito tempo depois, anos após a venda do novo A3 aqui, eis que a Audi traz de volta o S3 e muito, muito melhorado em relação à primeira geração. Nesse meio tempo, a marca alemã desenvolveu dois ícones tecnológicos que viraram quase que um padrão em seus carros, o motor TFSI e o câmbio de dupla embreagem. O primeiro une o turbo a um motor com injeção direta de combustível e o segundo consegue efetuar trocas de maneira mais veloz que os melhores manuais.

Não que eles sejam novidade – o A3 Sportback já oferece ambos -, mas no S3 a Audi foi além. A transmissão, batizada de S tronic pela marca, teve suas marchas reescalonadas, e o motor 2.0, que rende 200 cv nornalmente, saltou para 256 cv de potência e o torque é de 33,7 kgfm a apenas 2 500 rpm.

Na casa dos seis segundos

Com todo esse arsenal, o S3 acelera de 0 a 100 km/h em cerca de seis segundos, marca normalmente obtida por carros maiores e mais potentes. Como pesa 1 515 kg – embora seja menor até que um Focus -, o S3 ainda assim exibe uma relação peso/potência respeitável: 5,9 kg/cv, melhor que a do TT Coupé (6,30 kg/cv) que anda menos que ele.

A velocidade máxima obedece ao limitador eletrônico e para nos 250 km/h, mas, segundo a Audi, poderia chegar facilmente aos 290 km/h.

Além da performance privilegiada, o S3 traz consigo outros motivos para agradar seus donos, seja pelos faróis bi-xenônio ou pelo conforto a bordo – apesar da suspensão mais firme, o carro encara numa boa as ruas onduladas brasileiras.

O interior é todo em couro preto com costura branca, mas quase não se percebe a diferença entre ele e o A3 normal exceto pela logomarca na base do volante e pelas pedaleiras, além de detalhes em alumínio fosco. Um recurso que o velho S3 não tinha encaixou com perfeição no novo: o teto solar panorâmico.

Se por dentro o carro é discreto, por fora não dá para confundi-lo com o A3. As enormes rodas de aro 18 com pneus de baixo perfil 225/40 chamam para si a atenção, mas o pára-choque redesenhado e os detalhes cromados como o retrovisor externo e o spoiler traseiro também não passam em branco.

Carrossel ambulante

A Audi nos deu a oportunidade de dirigir o S3 num percurso um tanto antagônico: no início, ruas de bairro na zona norte de São Paulo e depois pela rodovia Fernão Dias até a cidade de Atibaia.

O S3 é familiar para quem já dirigiu outros Audi ou mesmo um Volkswagen. A distribuição de comandos e o feeling é semelhante. Só que no hatch os bancos apóiam mais e a posição ideal de dirigir é bem mais baixa.

O grande trunfo da dupla TFSI/DSG é a dirigibilidade versátil. Mesmo para ir até a esquina o carro roda tranqüilo, sem parecer guardar tantos cavalos em seu capô. Instigado, o S3 desperta e as rápidas trocas de marchas lembram de imediato o real caráter do modelo.

Depois de minutos de tédio no trânsito de São Paulo pudemos, enfim, colocar o S3 no seu ambiente natural, a estrada. Os paddle-shift, nesse caso, viram obrigação para ganhar maior agilidade entre os diversos caminhões que trafegam pela rodovia.

A Fernão Dias, para quem não conhece, passa por uma serra antes de chegar à primeira cidade do roteiro. As curvas são largas e numa longa seqüência, ideal para avaliar a tração Quatro. Não tem jeito, o S3 cola no chão e sobe a estrada com desenvoltura impressionante – usamos a opção S para esticar o giro do motor ao máximo.

A aceleração do motor 2.0 gruda os ocupantes no banco, uma sensação que vem desde o primeiro S3 e o ruído que vem do capô só aumenta o prazer de dirigir um carro tão divertido.

Pena que a atual geração do A3 já esteja no fim da sua vida útil. Lançada em 2003, ela completa sete anos em 2010, tempo teoricamente limite para ele. Até a Audi lançar seu sucessor da linha S, no entanto, ainda vai ser possível brincar bastante com o modelo atual.

Minha opinião

Em seu ano de lançamento apenas quem tinha bala era o felizardo em obter o carro A3, mesmo se passando 7 anos ele ainda é cobiçado.

O novo modelo informado nesta matéria também é show de bola, como é bom ter bala na agulha para ir lá e comprar um maquinão desse.


Inspeção veicular em São Paulo reprovará 5 vezes mais em 2010 e não terá reembolso

28/12/2009

O jornal Estado de São Paulo publicou sobre o rigor das inspeções no ano de 2010 e emendei a notícia do prefeito aonde quer cancelar o reembolso dos veículos aprovados, reportagem feita pelo programa SPTV.

Fonte: Agência Estado

A inspeção veicular ficará mais rígida em São Paulo a partir do ano que vem. Entre os carros fabricados depois de 2003, que já passaram pela vistoria durante este ano, o índice de reprovação deve aumentar cinco vezes. As mudanças estão previstas num decreto da Secretaria Municipal do Verde e Meio Ambiente publicado ontem no Diário Oficial da Cidade.

As alterações serão adotadas para adequar a inspeção municipal às regras estabelecidas pelo Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama) definidas no mês passado, em Brasília, quando o órgão tornou obrigatória a vistoria em todo o País. Em 2010, toda a frota paulistana de 6,6 milhões de veículos terá de passar pelo teste que avalia a emissão de poluentes.

Este ano os carros foram avaliados de acordo com a antiga norma do Conama que só previa os limites de emissão para veículos fabricados até 1997. Agora, os carros novos terão uma norma própria (e mais rígida): assim, o limite de emissão de monóxido de carbono (CO) passará de 1% para 0,5% – e o teto para emissão de hidrocarbonetos (HC) cai de 700 para 200 partes por milhão.

De 1,6 milhão de carros que já passaram pela inspeção, 160 mil foram reprovados. Em 2010, a estimativa é que serão 800 mil. “Para os veículos fabricados até 1997, o porcentual de reprovação deve ser semelhante aos dos veículos movidos a diesel, em torno de 15%”, afirma Márcio Schettino, coordenador do programa em São Paulo. As informações são do jornal “O Estado de S. Paulo”.

Minha Opinião

Nosso país é uma máquina de impostos, após inventar mais este de forma tão despreparada, sem obter recursos de monitoria dos carros inspecionados e os não inspecionados, leio que o reembolso de taxa de inspeção veicular pode acabar, palavras ditas pelo Prefeito Gilberto Kassab.

O prefeito no site da prefeitura através deste link diz que temos direito do reembolso.

http://www.prefeitura.sp.gov.br/portal/a_cidade/noticias/index.php?p=28031

Como solicitar reembolso?

Após a aprovação, feito o licenciamento, o proprietário do veículo poderá solicitar o reembolso da tarifa através do sitewww.devolucaoinspecao.prefeitura.sp.gov.br. O reembolso da tarifa de inspeção veicular será efetuado mediante crédito na conta corrente indicada pelo proprietário ou arrendatário do veículo.

Caso o proprietário ou arrendatário não possua conta corrente, o reembolso será efetuado mediante ordem de pagamento de um banco a ser selecionado pela Prefeitura, que poderá ser sacada em qualquer agência, mediante a apresentação de um documento de identidade válido com foto.

Os requisitos para a devolução da tarifa de inspeção veicular, previstos na Lei Municipal n.º 14.717/2008, são:

I – o veículo deve ser aprovado na inspeção veicular;

II – o proprietário do veículo, ou o arrendatário mercantil, não poderá estar inscrito no Cadastro Informativo Municipal – Cadin Municipal, instituído pela Lei nº 14.094, de 6 de dezembro de 2005;

III – o veículo deverá estar com o licenciamento regularizado;

IV – não haver débito vencido do Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores – IPVA ou de multa por infração de trânsito lavrada por qualquer ente da Federação, em nome do proprietário, ou do arrendatário mercantil, do veículo inspecionado.

Neste site o proprietário ou arrendatário deverá indicar seus dados pessoais, os dados do veículo e os números do banco, da agência e da conta corrente na qual o reembolso será creditado. O reembolso será feito no dia 10 do mês seguinte à solicitação.

Aonde esta a lei federal dizendo que não temos direito deste reembolso?

Pelas regras atuais, a tarifa de R$ 52 tem de ser reembolsada pela prefeitura no mês seguinte à aprovação do veículo na inspeção obrigatória. As taxas pagas a partir do dia 1º de janeiro – essas que podem não ter restituição – vão ter aumento com base no Índice Geral de Preços do Mercado (IGPM).


Centenário do Corinthians esta projetado com lucro de R$ 60 milhões em patrocínios

28/12/2009

Do UOL Esporte

O Corinthians espera bater recordes no ano do centenário no quesito patrocínios. O clube estabeleceu valor mínimo de R$ 38 milhões para vender o espaço central do uniforme (frontal) e pretende negociar os espaços “alternativos” da camisa por R$ 22 milhões.

A poluição visual na camisa alvinegra alegra a diretoria. O time do Parque São Jorge idealiza arrecadar R$ 60 milhões, conforme noticiou o jornal Lance!, o que seria o melhor contrato feito por um clube nacional.

O patrocínio no peito é o alvo a ser explorado pelo marketing corintiano. Atualmente com os patrocínios nas mangas e axilas, a Hypermarcas negocia com o clube para passar a exibir sua marca na área central do uniforme, oferecendo proposta de R$ 38 milhões.

Por R$ 28 milhões, a empresa fechou mesmo acordo com o Flamengo.

Atualmente, a Hypermarcas paga R$ 4,5 milhões ao Corinthians para estampar as marcas Avanço (axilas) e Bozzano (mangas).

“Teremos uma melhora de 50% a 60% em relação ao que foi esse ano. Não é loucura, é a credibilidade que o clube tem no mercado”, disse o presidente do clube, Andrés Sanchez, ao jornal.

O contrato da atual detentora do espaço nobre do uniforme, a Brasil Foods (da marca Batavo), se encerra no final da Copa São Paulo, em janeiro. Para anunciar no peito do uniforme durante dez meses, a Brasil Foods pagou R$ 18 milhões.

O Corinthians enumera motivos para pedir alto no próximo ano: as comemorações do centenário, a disputa da Copa Libertadores, somada às presenças de Ronaldo e Roberto Carlos no elenco.

Em 2009, a camisa do Corinthians “custou” R$ 33 milhões, entre patrocinadores fixos (Hypermarcas, Brasil Foods e Grupo Sílvio Santos) e esporádicos (Locaweb, Visa, Vivo, Ford Panasonic e Lupo).

Minha Opinião

Todos nos sabemos que a meta do Corinthians é o Título da Copa Libertadores e a diretoria aproveita os nomes de Ronaldo, Roberto Carlos e a nação Corinthiana para lucrar com o centenário.

A diretoria provou que o nome Ronaldo só fez aumentar o amor e loucura pelos corinthianos ao clube como também trouxe números jamais vistos em atletas entre os mais altos salários da atualidade. No ano de 2009 o Ronaldo ficou com o maior salário da América do Sul no mundo do futebol recebendo R$ 1,1 Milhão de reais mensais.

Não sou contra de o fenômeno ganhar este belo salário, por que graças a ele que o Corinthians vem conquistando excelentes patrocínios só acho que o clube esta com muito oba oba para esta libertadores de 2010 e esquecendo de investir em sua estrutura de Treinamentos de Itaquera, Parque Ecológico, Fazendinha e principalmente tirar do papel o estádio.

Ai sim o clube irá ganhar muitos títulos e dinheiro para sua torcida fanática.


Professores usam apenas recursos mais simples do computador

27/12/2009

da Agência Brasil, em Brasília

Uma pesquisa realizada pela Fundação Victor Civita em 400 escolas de 13 capitais brasileiras mostra que os professores ainda dão preferência aos programas mais simples, quando utilizam o computador com seus alunos.

Para a metade dos entrevistados, o software mais utilizado é o de edição de texto, seguido por programas de visualização de mapas e editores de apresentação.

Segundo o estudo, falta preparo aos docentes para inserir as novas tecnologias de forma eficiente dentro de sala de aula. “A atividade mais realizada pelo professor com seus alunos é editar, digitar e copiar conteúdos” aponta a pesquisa.

Para o professor do Laboratório de Novas Tecnologias Aplicadas na Educação (Lantec) da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Sérgio Amaral, o investimento feito pelos governos — federais estaduais ou municipais– para equipar as escolas se tornam “uma estupidez” se não houver preparação dos professores para trabalhar com as tecnologias.

Foto de lousa Digital

“Não adianta nada instrumentalizar. O computador já é uma realidade na escola, mas o problema fundamental é que o professor não utiliza o recurso como instrumento didático. É ínfimo o potencial que se está utilizando”, aponta o especialista.

Segundo Amaral, a falta de preparo vem da base, os próprios cursos de graduação não preparam os futuros educadores para a tarefa.

E a maioria dos cursos oferecidos posteriormente, segundo ele, são “instrumentais”. “O que o professor precisa não é de um treinamento para dominar as tecnologias da informática. Mas para aprender como usar esses recursos, qual é a didática por trás”, defende.

Para Amaral, quando o recurso é mal utilizado acaba sendo apenas um gerador de despesas. “Um computador caro vira um retroprojetor”. E essa subutilização tem impacto no aprendizado do aluno.

“A criança já tem contato com o mundo digital pelo celular, pelo videogame, nas lanhouses. É preciso criar a aproximação desses sujeitos [professor e aluno]. Caso contrário, o desinteresse e o distanciamento continuam sistêmicos”, diz.

O estudo aponta que apenas 28% das escolas contam com um professor orientador de informática. Segundo Ângela Danneman, diretora executiva da Fundação Victor Civita, responsável pela pesquisa, esse foi o modelo adotado pelo sistema educacional brasileiro para introduzir e administrar as tecnologias nas escolas.

“Onde esse professor está o trabalho é melhor”, aponta Ângela. Mas ainda assim, em apenas 9% das escolas ele tem a função de formar outros professores. “O importante é garantir a formação de todos os professores, [o que vai] melhorar a utilização da tecnologia como ferramenta para a aprendizagem de todos os conteúdos”, indica.

Minha Opinião

Os professores devem trabalhar em conjunto com o professor de Informática no planejamento das aulas que serão ministradas no decorrer do ano letivo e solicitar desenvolvimento de recursos para melhorar o aprendizado da matéria.

É muito importante os alunos obter matérias com programas complementares à todas as aulas e o professor de Informática passar o contexto do uso de computadores no dia dia pessoal e profissional com conteúdos técnicos.

Gosto muito de frisar que a tecnologia jamais irá substituir a forma de aprendizado que temos hoje, ela irá implementar os estudos.


Verão com seu bebê na praia e Sol

27/12/2009

O banho de sol é fundamental para o desenvolvimento sadio das crianças. Mas, se for feito da forma errada, pode abandonar o posto de herói e tornar-se vilão!

Fonte: Itodos UOL

Brincar, caminhar ou apenas sentar-se ao sol com o seu bebê, além de prazeroso, faz bem para a saúde e fortalece os laços da mãe com o filho. Com a chegada do verão, é bastante comum que as mamães queiram levar seus pequenos para curtir a praia ou o clube. Estes são ótimos programas
em família e estão liberados!

O principal é respeitar os horários indicados, manter a rotina da criança – como a hora de comer e tirar aquela soneca – e ter muita hidratação. Para os pequenos com mais de três anos, a exposição solar pode ser maior, mas sempre intercalando com a sombra.

Neste caso, uma grande árvore ou um guarda-sol é fundamental! Como tudo na vida, sol em excesso pode ser prejudicial. É um dever evitar o efeito pimentão e a desidratação. A pediatra Flávia Kibrit dá dicas de como aproveitar ao máximo os benefícios do banho de sol, e alerta sobre os cuidados necessários. Veja abaixo algumas das perguntas mais comuns:

1) Quando e como devem ser feitos os primeiros banhos de sol?

Os bebês são considerados recém-nascidos até os 28 dias. Após este tempo, a mamãe pode expor seu filho ao sol por quatro minutos, aumentando o tempo gradativamente, até chegar a uma hora. Lembre-se de que exposição não é para deixá-lo bronzeadinho!

2) Qual a principal importância do banho de sol?

No recém-nascido, ajuda a diminuir a icterícia, que é o acúmulo de bilirrubinas na pele (também conhecida como amarelão). Ele estimula
a produção de serotonina, responsável pelo bem-estar, muito importante para os bebês. Mas o principal benefício é ajudar o organismo da criança
a sintetizar a vitamina D – fundamental na fixação do cálcio no organismo –,
no fortalecimento do sistema imunológico e o no crescimento dos ossos. O nutriente está presente no leite materno, de vaca e nos cereais, mas ficaria inativo no organismo dos pequenos se não fosse o herói Sol!

3) Quais os sintomas da falta de vitamina D, já que ela está diretamente ligada à exposição solar?

A alimentação deve ser rica em vitamina D, e os banhos de sol, frequentes. Caso contrário, pode causar raquitismo na criança, irritabilidade, insônia e
sudorese abundante no pescoço durante a amamentação. Mas nada de entrar em crise: todo bebê sua no pescoço enquanto mama, principalmente no verão. E hoje já existem cápsulas e gotas de vitamina D para a reposição muito utilizadas nos EUA e na Europa.

4) Com que frequência devo expor meu filho ao sol?

Sempre! O ideal é que o banho de sol seja diário, ou, no mínimo, de três vezes por semana, antes das 10h – aquele sol da manhãzinha –, e depois das 16h, quando o calor é menos intenso.

5) Qual o local mais indicado para tomar um solzinho?

Não pense que o sol é só na praia ou piscina. O banho de sol pode ser feito em qualquer lugar, e ainda render um passeio delicioso com seu filho! Em
casa, na varanda, no quintal, em playgrounds, parques, praças ou,
até mesmo, numa janela que entre um solzinho. Só não pode fechar
o vidro, pois os raios solares que sintetizam a vitamina D acabam
sendo filtrados.

6) Protetor solar: usar ou não? Qual o fator indicado para cada tipo de pele?

“Os protetores solares podem ser físicos ou químicos. Os protetores solares químicos são indicados apenas a partir de seis meses de idade, com Fator de
Proteção Solar (FPS) de, no mínimo, 30, independente do tipo de pele. Peles mais claras podem precisar de maior cuidado. É importante notar que, quanto maior o FPS, maior a quantidade de substâncias químicas”, alerta a pediatra. Para os maiorezinhos, é mais do que recomendável, é obrigatório! A escolha da marca é pessoal, e requer ajuda de um profissional, mas o ideal é que sejam protetores solares infantis – sem fragrância forte, nem colorante –, dermatologicamente testados. A proteção UVA e UVB é outro ponto decisivo.

7) Qual a melhor roupinha para expor o bebê ao sol?
Para os primeiros banhos, fica a sugestão de vesti-lo com algo bem leve. Um bodyzinho, por exemplo. Vá tirando a roupinha aos poucos, para que o bebê possa se acostumar com a temperatura. O ideal é que a maior parte do corpo do seu filho esteja na luz direta, sem qualquer obstáculo, mesmo sendo uma roupa bem fininha. Não se esqueça do chapéu para proteger o rostinho do seu bebê. E, na praia ou piscina, é fundamental ter um guarda-sol por perto, já que os raios solares são potencializados pelo reflexo. Hoje em dia, existem tecidos com fatores de fotoproteção que protegem ainda mais, mas custam um pouco mais caro também!

8 ) O que deve ser evitado?
Além da exposição prolongada, não passe creme hidratante, óleo ou perfume antes de tomar sol. A recomendação vale para crianças e adultos!
A química pode causar alergias e manchas. “As frutas ou sorvetes cítricos, como limão, tangerina, figo e laranja, queimam a pele. Algumas pomadas anti-inflamatórias, antialérgicas e antibióticas possuem psoralenos, e também são fotossensibilizantes, devendo ser evitadas”, alerta a Dra. Kibrit.

9) Qual a hora de reaplicar o protetor?
Sempre que a exposição ao sol for prolongada, houver contato e brincadeiras com água, ou suor excessivo, devemos reaplicar o protetor solar. No mínimo, a cada 2 horas, o protetor deve ser reaplicado, mas não existem regras para isso. Não há um tempo certo, já que cada tipo de pele tem uma absorção diferente. Coerência e precaução são as palavras-chave para saber a hora!

10) Quais as consequências da exposição prolongada?
Sol demais tem como consequência aquela vermelhidão e ardor. Se queimar, geralmente os sintomas aparecem 24h depois. Irritação, pele avermelhada, incômodo, e até coceira podem assombrar os seus dias. Em casos mais graves, pode causar desidratação, febre, delírio, choque e baixa pressão sanguínea. “Se houver formação de bolhas ou sintomas de insolação, calafrios ou indisposição, será necessário procurar o pediatra”, aconselha a Dra. Flávia.

11) Queimou demais?
Uma dica boa é colocar o pequeno na banheira com água morna ou fria. Compressas de água fria também aliviam e tiram o vermelho da pele, pois ajudam a contrair os vasos sanguíneos. Não utilize sabonete – apenas nas partes íntimas. Loções e cremes de uso infantil auxiliam na hidratação da pele, mas evite aqueles com muita fragrância, pois podem causar alergias e irritações.

Dicas:
– Se você levar o bebê para tomar o sol da tardezinha, leve um agasalho. A temperatura sempre cai com o tempo. Chapéu com abas largas e protetor solar não podem faltar!

– Na hora da exposição ao sol, disponha sempre de um relógio para controlar o horário.

– O leite materno é a melhor fonte de vitamina D – e de outros nutrientes – para o bebê de até seis meses. Protetores solares não são indicados até o sexto mês de vida.

– Líquidos para hidratar devem ser oferecidos o tempo todo. A reposição de água e sais minerais é fundamental. Água de coco é uma boa pedida!

Minha Opinião

Apesar de a matéria dizer tudo que é viável para seu filho (a) só, mas um lembrete compre o filtro solar e principalmente repelente.


Empresário de Ronaldinho Gaúcho diz que seis times brasileiros tiveram interesse pelo jogador

27/12/2009

Irmão e Empresário do meia, Assis afirmou que clubes 6 brasileiros o procuraram para conversas

Fonte R7

Botafogo, Corinthians, Flamengo, Grêmio, Santos e São Paulo tiveram interesse em contratar Ronaldinho Gaúcho para 2010, segundo afirmou reportagem do Esporte Espetacular, da TV Globo, neste domingo (27). O irmão do meia, Assis, é quem revelou as propostas.

O jogador do Milan, porém, não pensa em sair na Itália neste momento e se diz feliz com a atual temporada. Em 2010, o objetivo é voltar à seleção brasileira e jogar a Copa do Mundo da África do Sul.

– Disputar mais uma Copa do Mundo seria um sonho. Às vezes, a gente não fala [sobre o assunto] para não parecer pressão.

Gaúcho tem na cabeça como fazer para chamar a atenção do técnico Dunga.

– Conquistar títulos é um caminho para voltar à seleção brasileira.

Na Europa, o jogador tem a chance de conquistar a Liga dos Campeões e o Campeonato Italiano e conta com os também brasileiros Thiago Silva e Alexandre Pato para isso.

– Acredito que eles vão ter uma carreira muito grande na seleção brasileira. Estar junto com eles na seleção seria maravilhoso.

Minha opinião

Ronaldinho Gaúcho esta voltando a jogar aquele futebol que encantou o mundo nos tempos de Barcelona e isso é muito bom para todos amantes deste esporte.

Se ele pensa em voltar à seleção deve vir jogar aqui no Brasil nos times que vão disputar a Copa Libertadores da América.

Estando com ritmo de jogo, ele fica acima da média dos jogadores que atuam por aqui e seu destaque será inevitável como aconteceu com Zé Roberto no Santos e esta acontecendo com o Petkovic e Adriano no Flamengo e Ronaldo no Corinthians.

Sem contar que nosso futebol ganhará mais brilho tendo mais uma estrela em nossos gramados.