Campanha pela redução de uso de sacolas

25/06/2009

O ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, lançou em São Paulo dia 23/06/2009 a campanha “Saco é um saco”. Para nós, para a cidade, para o planeta e para o futuro.

SacolaA iniciativa tem como objetivo conscientizar a população a reduzir o uso de sacolas plásticas e adotar alternativas para o transporte das compras, como as sacolas retornáveis e caixas de papelão.

No Brasil são consumidas anualmente 12 bilhões de sacolas plásticas sendo que cada pessoa utiliza cerca de 66 unidades por mês segundo a ABRAS (Associação Brasileira de Supermercados). Como demora cerca de 500 anos para se decompor, o plástico causa danos irreparáveis ao meio-ambiente.

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Nove dicas para usar bem a tecnologia na sala de aula

11/06/2009

O INÍCIO  Se você quer utilizar a tecnologia em sala, comece investigando o potencial das ferramentas digitais. Uma boa estratégia é apoiar-se nas experiências bem-sucedidas de colegas.

O CURRÍCULO  No planejamento anual, avalie quais conteúdos são mais bem abordados com a tecnologia e quais novas aprendizagens, necessárias ao mundo de hoje, podem ser inseridas.

Computador

O FUNDAMENTAL  Familiarize-se com o básico do computador e da internet. Conhecer processadores de texto, correio eletrônico e mecanismo de busca faz parte do cardápio mínimo.

O ESPECÍFICO  Antes de iniciar a atividade em sala, certifique-se de que você compreende as funções elementares dos aparelhos e aplicativos que pretende usar na aula.

A AMPLIAÇÃO  Para avançar no uso pedagógico das TICs, cursos como os oferecidos pelo Proinfo (programa de inclusão digital do MEC) são boas opções.

O AUTODIDATISMO  A internet também ajuda na aquisição de conhecimentos técnicos. Procure os tutoriais, textos que explicam passo a passo o funcionamento de programas e recursos.

A RESPONSABILIDADE  Ajude a turma a refletir sobre o conteúdo de blogs e fotologs. Debata qual o nível de exposição adequado, lembrando que cada um é responsável por aquilo que publica.

A SEGURANÇA  Discutir precauções no uso da internet é essencial, sobretudo na comunicação online. Leve para a classe textos que orientem a turma para uma navegação segura.

A PARCERIA  Em caso de dúvidas sobre a tecnologia, vale recorrer aos próprios alunos. A parceria não é sinal de fraqueza: dominando o saber em sua área, você seguirá respeitado pela turma.

Fontes: Adriano Canabarro Teixeira, especialista de Educação e tecnologia da UFRGS, Maria de Los Dolores Jimenez Peña, professora de Novas Tecnologias Aplicadas à Educação Da Universidade Mackenzie, e Roberta Bento, diretora da Planeta Educação.


A lei carteira estudantil com meia entrada deve ser controlada?

11/06/2009

Produtores culturais e estudantes estão em pé de guerra por causa de um projeto de lei que tramita na Câmara após ter sido aprovado no Senado. É que o projeto limita a meia-entrada em cinemas e espetáculos a apenas 40% dos ingressos disponíveis. Veja o que diz cada um e decida de que lado do ringue você vai ficar.

A TURMA DO SIM
– A cota para a meia-entrada é uma forma de impedir o oba-oba que rola hoje com a emissão indiscriminada de carteiras de estudante. A coisa é tão absurda que até praticantes de ioga ganham desconto em espetáculos ao apresentar seu documento “estudantil” na bilheteria.

– Essa farra nos descontos acaba encarecendo os ingressos para o público em geral. Isso porque os produtores, ao fazer o orçamento, partem do princípio de que 100% dos pagantes vão usar a carteirinha, o que nem sempre é verdade. A rede Cinemark, por exemplo, estima que os ingressos poderiam custar cerca de 30% menos.

– Em vez de ser um impedimento, o limite para a meia-entrada é um instrumento de defesa desse direito estudantil, um direito legítimo, mas desmoralizado pela falsificação das carteiras. Com menos facilidade de obter descontos, os falsos estudantes desistiriam dessa tática.

– O que rolou nos últimos shows da Madonna no Brasil mostra como o justo paga pelo pecador. As filas ficaram cheias de alunos de araque, que garfaram os ingressos da pista VIP. Resultado: muitos estudantes de verdade tiveram de se contentar com os setores menos nobres.

A TURMA DO NÃO
– A questão não é a meia-entrada em si, mas a regulamentação da emissão das carteiras, de modo que apenas estudantes, de fato, tenham acesso a elas. Limitar a meia-entrada por haver documentos falsos seria o mesmo que querer limitar o uso de cartões de crédito por haver casos de clonagem.

– Além de não ser uma garantia de ingressos mais baratos, seria impossível fiscalizar se as casas de espetáculos cumprem a cota de 40% para a meia-entrada ou só liberam um ingresso ou outro com desconto.

– A alteração das regras referentes à meia-entrada abriria brechas para futuros ataques a outros direitos não só dos estudantes como de outras parcelas da população. Empresas de ônibus, por exemplo, poderiam vir com a ideia estapafúrdia de um número máximo de idosos por viagem…

– A meia-entrada é uma boa para todos. Para os estudantes, facilita o acesso à cultura, o que complementa a formação escolar. Os promotores de eventos, por sua vez, se beneficiam ao formar um público consumidor que, no futuro, irá comprar ingressos pelo valor integral.

 


Educação de adultos. Entrevista com Timothy Ireland

11/06/2009

A Educação de Jovens e Adultos (EJA) ainda é vista por muitos como uma forma de alfabetizar quem não teve oportunidade de estudar na infância ou aqueles que por algum motivo tiveram de abandonar a escola. Felizmente, o conceito vem mudando e, entre os grandes desafios desse tipo de ensino, agora se inclui também a preparação dos alunos para o mercado de trabalho – o que ganha destaque nestes tempos de crise econômica. “Hoje sabemos do valor da aprendizagem contínua em todas as fases da vida, e não somente durante a infância e a juventude”, afirma o inglês Timothy Ireland, mestre e doutor na área e especialista em Educação da representação da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) no Brasil.

Diretor do Departamento de EJA do Ministério da Educação (MEC) de 2004 a 2007, Ireland foi o responsável pela coordenação da sexta edição da Conferência Internacional de Educação de Adultos (Confintea), o mais importante encontro do mundo na área, que ocorre apenas a cada 12 anos. Sediado em Belém do Pará entre os dias 19 e 22 de maio, o evento foi realizado pela primeira vez na América Latina. Nesta entrevista, concedida à NOVA ESCOLA antes do início da conferência, Ireland apresenta um panorama de sua área e fala das principais questões que preocupam os estudiosos e dos desafios ainda a vencer.

IralendIrland encara a crise financeira e econômica um dos principais desafios de educação mundial.

Veja trechos de sua entrevista.
Entrevista na íntegra esta HTTP://revistaescola.abril.com.br

A alfabetização é a função principal da Educação de Adultos?

Timothy Ireland: A alfabetização é uma parte fundamental, mas não é a única. No Brasil, a EJA tem sido associada à escolaridade compensatória para pessoas que não conseguiram ir para a escola quando crianças, o que é um erro. A Unesco trabalha com o conceito dos quatro pilares, surgido do desafio apresentado por um mundo em rápida transformação: precisamos aprender a ser, a viver juntos, a fazer e a conhecer. Também há o desafio da participação, da inclusão e da equidade: como colocar em prática o conceito da inclusão, que prevê o atendimento das demandas de aprendizagem da vasta diversidade de grupos. O Brasil tem segmentos com características bem definidas, como os povos indígenas, as comunidades quilombolas, as pessoas mais velhas. Todos têm direito à Educação.

O que gerou tantas transformações no ensino para adultos? Timothy Ireland: Isso ocorreu porque a Educação tem de acompanhar as mudanças que estão acontecendo e interagir com elas. O processo educativo, idealmente, começa na infância e termina somente na velhice. Dessa forma, a EJA tem de ser vista numa perspectiva mais ampla, dentro do conceito de Educação e aprendizagem que ocorre ao longo da vida.

O que a aprendizagem contínua contempla?
Timothy Ireland: O processo tem três dimensões: a individual, a profissional e a social. A primeira considera a pessoa como um ser incompleto, que tem a capacidade de buscar seu potencial pleno e se desenvolver, aprendendo sobre si mesmo e sobre o mundo. Na profissional, está incluída a necessidade de todas as pessoas se atualizarem em sua profissão. Um médico, um engenheiro, um físico, todos os profissionais precisam se requalificar. Em momentos de crise, como o atual, isso fica ainda mais necessário. É comum o trabalhador ter de aprender um novo ofício para se inserir no mercado. Na social (que é a capacidade de viver em grupo), um cidadão, para ser ativo e participativo, necessita ter acesso a informações e saber avaliar criticamente o que acontece. Além dessas, há outra dimensão de aprendizagem muito pertinente neste momento: a relação das pessoas com o meio ambiente. Todos nós temos a necessidade de nos reeducarmos no que se refere a essa questão. Precisamos praticar novos paradigmas de sustentabilidade e novos hábitos de consumo.

Qual a importância dos programas de alfabetização de adultos no Brasil?
Timothy Ireland: Existe uma vontade política muito forte de reduzir as estatísticas de analfabetismo. Para um país que pretende ser uma potência mundial, ter um número significativo de pessoas que não sabem ler e escrever é um ruído na imagem. Também é essencial lembrar que esse é um dos indicadores usados para calcular o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH). Por fim, no campo pedagógico, a alfabetização representa o alicerce do processo de Educação, o portal pelo qual é necessário passar para poder continuar aprendendo.

Quais são os países mais bem sucedidos na Educação de Adultos hoje?
Timothy Ireland: Existem alguns com uma forte tradição nessa área, como Inglaterra, França e Itália, que têm introduzido na legislação o conceito de Educação ao longo da vida. Em geral, os europeus reconhecem o papel da EJA para o futuro social e econômico. Entre as nações emergentes, também há bons exemplos. Um deles é a Coreia do Sul, que estabeleceu dois planos nacionais de cinco anos para o desenvolvimento da aprendizagem ao longo da vida. Outro é a China. Na América Latina, Cuba tem investido em Educação para todos e com qualidade. Prever verbas para a EJA é crucial para o desenvolvimento de qualquer nação.

Por que a taxa de analfabetismo no Brasil é tão ruim?
Timothy Ireland: Eu apontaria três fatores principais. Primeiro, a riqueza natural do Brasil. Talvez ela tenha contribuído para que a Educação não fosse prioridade. Com tantos recursos, parecia não ser necessário investir nas pessoas. O segundo é que, obviamente, oferecer ensino em um país do tamanho do Brasil é muito mais difícil do que em outros menores, como o Uruguai e o Paraguai. Por fim, creio que não exista uma valorização da Educação. Só recentemente os governantes começaram a entendê-la como essencial para o desenvolvimento sustentável. Durante muito tempo, ela não tinha valor social nem para o próprio povo.

Como diminuir a demanda por Eduação de Adultos?
Timothy Ireland: Há um problema sério. Muitos jovens que saem da escola semianalfabetos se matriculam na EJA. Eles não deveriam migrar para essa modalidade por falta de qualidade na escola regular. Para que um nível não gere demandas desnecessárias para outro e como forma de garantir continuidade nos estudos aos que aprendem a ler e escrever, é necessário estabelecer um projeto de políticas de alfabetização articulado com outros níveis de ensino. Aliado a isso, é necessário também investir mais na profissionalização dos educadores.

Fonte: Site Educar para crescer matéria dia 10/06/2009


OIT diz que educar meninas é uma das formas mais efetivas de lutar contra a pobreza

11/06/2009

Meninas com acesso ao ensino têm mais probabilidade de ter melhores condições de vida e maior poder de decisão na fase adulta, indica o relatório Demos uma Chance às Meninas, divulgado nesta quarta (10) pela OIT (Organização Internacional do Trabalho).

Segundo a pesquisa, mães estudaram na infância são mais propensas a se esforçar para manter os filhos na escola. Evitar o trabalho infantil entre as meninas e garantir o direito à educação são, de acordo com o estudo, “estratégias cruciais” para promover o desenvolvimento delas.

“Há poucos países e comunidades que oferecem às meninas as mesmas oportunidades oferecidas aos meninos. O acesso aos estudos é um dos direitos de todo ser humano, mas meninos e meninas recebem tratamento diferenciado em muitas partes do mundo. Os resultados são desigualdades evidentes”, afirma o estudo.

As mulheres representam quase dois terços da população analfabeta mundia, dado que, de acordo com a pesquisa, reflete “a magnitude” das desigualdades na área de educação.

Em 2009, a Convenção 182 da OIT – que trata da proibição das piores formas de trabalho infantil – completa dez anos. O relatório da organização destaca que o Artigo 7 da convenção trata especificamente da situação de meninas e que, em 2007, foi adotado um plano de ação global com o propósito de erradicar todas as formas de trabalho infantil até 2016.


São Paulo sem Internet ou Telefone ? O que parou hoje.

09/06/2009

Parece até brincadeira, se já não bastassem os dias de tortura que os usuários de banda larga da rede Telefônica tiveram nos dias 02 e 03 de julho de 2008, que impediu o acesso à internet em 407 municípios paulistanos e 2,2 milhões de usuários, onde foram acompanhadas por especialistas da ANATEL as possíveis causas do problema na Internet da rede Speed. Foram três hipóteses principais para a pane online: ataque de hackers ou defeito no backbone, falha de roteadores ou erro de programação e acredita-se que usuários mal-intencionados podem ter atacado remotamente o backbone (espinha dorsal de computadores) da rede Telefônica, enviando vírus ou códigos maliciosos que derrubaram o sistema, e mesmo confirmado a falha da rede da prestadora gostaria de saber o que rege neste contrato com a ANATEL por não ter aplicado multa sobre esta pane geral.

Com esta falha pode render multa de até R$ 50 milhões pata Telefônica diz ANATEL.

Este ano de 2009 novamente houve uma grande falha registradas no Speedy, entre os dias 6 e 8de abril foram causadas por ataques externos aos servidores da companhia, é o que diz um laudo feito pelo CPqD (Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em Telecomunicações) em Campinas.

Segundo o laudo do CPqD, o problema na instabilidade do serviço foi causado por “ações deliberadas e de origem externa” que “contribuíram para desestabilizar os servidores DNS (Domain Name Server – Servidor de Nome de Domínio)”, equipamentos que fazem a conversão dos nomes dos websites para os endereços IP correspondentes.

Como compensação pelas dificuldades de navegação, a companhia propôs dar um desconto equivalente a 12 horas de serviço banda larga aos usuários do Speedy. O Procon-SP considerou a oferta insuficiente e pediu um desconto maior.

As duas partes concordaram em aguardar o laudo do CPqD para avaliar qual foi o tamanho do prejuízo dos usuários. O laudo deve orientar as negociações entre Procon e Telefônica para definição de qual é o desconto justo a ser concedido aos usuários do Speedy pelas falhas do início de abril.

Quando ocorrem grandes falhas, a central de atendimento da prestadora não consegue atender toda a demanda de clientes adquiridos deixando vários usuários empresariais e domésticos sem informação e quando conseguem falar no atendimento recebe a informação que estão sem sistema favor aguardar uma visita técnica em até 72 horas úteis e a mercê de uma comunicação cara e sem qualidade, comprovando que sua equipe de suporte técnico do provedor de internet por banda larga continua incapaz de ajudar aos assinantes.

Nesta terça feira 09/06/2009 o problema ocorreu com o telefone, desde manhã, regiões da cidade de São Paulo e interior foram afetadas por uma falha que impedia a realização e o recebimento de ligações, clientes empresariais e que fizeram portabilidade numérica ainda sofrem reflexo da pane ocorrida pela manhã até as 20h00min em algumas regiões, diz a empresa.

A empresa afirma que “está trabalhando para esclarecer completamente os eventos que ocasionaram o problema. O que já possível identificar é que houve uma falha humana cometida pela equipe de um fornecedor que presta serviços na rede da empresa”. 

A Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) soltou comunicado avisando que está investigando as causas da pane e o alcance da paralisação dos serviços.

Usuários de Speedy, banda larga da Telefônica, não foram afetados. Já quem usa conexão por linha discada, não está conseguindo entrar na internet.

Engraçado que apesar de todas essas trapalhadas da Telefônica nunca soube sobre multa da ANATEL do PROCON, já a conta de telefone ou Internet nunca chegou atrasada, ou com os descontos prometidos. Os clientes que conseguiram os descontos devidos as diversas panes foram ligando na central de atendimento e brigando com os atendentes para ter o que é de seu direito.

Não esta na hora de a ANATEL pegar pesado com eles prestadores de serviços de banda larga, telefonia fixa e de celular abrindo uma concorrência? Acredito que novas empresas no ramo privado, vai trazer qualidade nos serviços prestado, vão reduzir seus ganhos e investir em infra estrutura de suas redes trazendo melhorias para seus clientes.


Posse do novo Presidente da UESP

06/06/2009

No dia 07/05/2009 a UESP realizou a eleição para escolha da sua nova diretoria dos próximos 04 anos da instituição, onde 03 chapas se candidataram e foi vencida pela chapa Raízes do Samba liderado por Kaxitu Campos, que já era coordenador de carnaval da UESP.

Cada agremiação filiada a UESP teve o direito do voto, com este resultado das eleições a UESP nomeou Kaxitu Campus que estará assumindo a presidência a partir de 01/06/2009, o mesmo irá substituir a Edleia após 03 mandatos com 12 anos na frente da UESP.

Camara 013A festa e o anuncio da posse oficial da nova gestão ocorreu no dia 04/06/2009 às 19h30min, na Câmara dos Vereadores com presença de 02 Vereadores, 01 Deputado Federal, Presidente da SPTuris e Presidente da Super Liga além de diversos presidentes das agremiações do Carnaval do Grupo Especial de São Paulo.

O novo Presidente ressaltou nas propostas de campanha, valorizar ainda mais o trabalho dos carnavais de Rua visando o crescimento das entidades com trabalhos sociais para a comunidade e ajudando escolas que queiram crescer.

A ideologia desta chapa é, buscar recursos para as escolas associadas à UESP e assim poder ajudá-las a efetuar um carnaval a cada ano melhor com sua comunidade. Desta forma, as escolas poderão montar suas estruturas para realizar desfiles organizados  e profissionais podendo chegar ao tão sonhado Grupo Especial.