Falha de bomba em usina agravou cheia do Tietê

Fonte: Estado

Uma bomba do sistema da usina elevatória de Traição não funcionou no dia 13/12/2009  e foi o maior problema no Rio Pinheiros, que comprometeu 25% da capacidade de bombeamento e piorou ainda mais a capacidade de escoamento das águas do Rio Tietê, na capital paulista. A informação é da Secretaria Estadual de Saneamento e Energia (SSE), em comunicado divulgado esta tarde em conjunto com o Departamento de Águas e Energia Elétrica (Daee) e a Empresa Metropolitana de Águas e Energia (Emae). A secretaria informa que há estudos para a instalação de duas bombas adicionais.

 

 

 

Devido à chuva forte e persistente desde a madrugada, o Rio Tietê transbordou hoje de manhã na cidade de São Paulo pela segunda vez desde que foi concluído o aprofundamento da calha do rio, em 2006. O último transbordamento foi em 8 de setembro deste ano. A água invadiu as pistas da Marginal Tietê e bloqueou a via em vários trechos.

Inaugurada em 1940, a usina elevatória de Traição tem como objetivo reverter o curso das águas dos rios Tietê e Pinheiros. Do ponto de vista energético, a reversão do rio tem como propósito manter volumes d’ água nos reservatórios do Rio das Pedras e Billings suficientes para garantir a geração na Usina Henry Borden. A operação do sistema de reversão do Rio Pinheiros só é acionada justamente para o controle das enchentes.

De acordo com a SSE, os radares registraram chuva de intensidade média de 84 milímetros na Bacia do Alto Tietê, que corresponde a dois terços de toda a chuva prevista para o mês de dezembro. O órgão estadual atribui a esse volume excessivo de chuvas no Alto Tietê a origem dos pontos de inundação. Em média o Rio Tietê subiu 7 metros e o Rio Pinheiros, 4 metros.

O Daee afirmou no comunicado que executa periodicamente o desassoreamento e a limpeza dos rios Tietê, Cabuçu de Cima, Tamanduateí e dos piscinões do ABC e Pirajuçara e que só neste ano já foram retirados 380 mil metros cúbicos de sedimentos. A Emae disse que, por sua vez, retira 200 mil metros cúbicos de sedimentos e assoreamento, além de 2,8 mil toneladas de lixo por ano do Rio Pinheiros. A nota da SSE conclui que é necessário lembrar a população de que é preciso colaborar, não jogando lixo nas ruas, córregos e rios.

Minha opinião

Nossos governantes parecem uns fanfarrões, em Setembro tivemos a prova que basta uma chuva mais forte para parar a cidade de São Paulo. Agora em dezembro o culpado foi à bomba do sistema da usina elevatória de Traição que falhou, e ai que digo fanfarrão, porque não fizeram os tais piscinões. Esta economia burra de trabalhar com a margem da capacidade dos rios muita baixa faz nossa cidade obter prejuízos incalculáveis. Os técnicos responsáveis pelas calhas sabem a quantidade de água que elas comportam, então é melhor dar esta solução do que jogar o culpa no Pedrão.

Estas construções dos piscinões precisam sair dos papeis, para Marginais obterem planos emergenciais em caso de chuvas fortes dando solução as enchentes nas calhas, sabem o que me revolta é ouvir uma explicação que a bomba parou, se a tal bomba não estivesse parado não teríamos os alagamentos?

 Incrível antes de postar esta notícia, eu li esta notícia na web.

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